Mostrando postagens com marcador Fisioterapia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fisioterapia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de junho de 2015

A Síndrome da Gordura de Hoffa.

O joelho possui uma anatomia complexa formada por muitas estruturas capazes de gerar dor. A gordura de Hoffa ou infrapatelar é um tecido adiposo localizado em torno e atrás do ligamento patelar e uma de suas funções é a contribuição para a nutrição vascular deste ligamento. O tecido é amplamente inervado, o que caracteriza uma das estruturas mais sensíveis do joelho.

A “síndrome da gordura Hoffa”, também conhecida como a síndrome da gordura infra patelar (abaixo da patela) é uma das causas da chamada “dor anterior do joelho” e acomete mais frequentemente corredores e saltadores. Decorre do traumatismo da gordura infra patelar durante a realização de movimentos repetitivos de extensão máxima do joelho.

Considerada por alguns como uma lesão isolada, mas por outros como uma lesão associada às tendinopatias patelares. Devido a proximidade anatômica com o ligamento patelar e articulação entre a patela e o fêmur, o diagnóstico pode ser difícil de ser concluído.

As causas da sd. da gordura de Hoffa são os traumatismos diretos em torno da patela ou durante o pinçamento entre o fêmur e a patela, que pode ocorrer nos movimentos de flexão e extensão do joelho.

Os fatores predisponentes são o geno recurvato (hiperextensão dos joelhos) e as deficiências de flexibilidade.

A dor esta localizada na região anterior do joelho, profundamente ou lateralmente ao ligamento patelar, com piora durante a extensão do joelho.

Sd_Gordura_de_Hoffa

Os sinais e sintomas mais comuns são:

Dor aguda ou crônica associada a inchaço ao redor ou profundamente ao ligamento patelar
Dor durante a caminhada, longos períodos em pé ou a utilização de saltos altos
Limitação da extensão máxima do joelho
Teste de Hoffa positivo: o examinador comprime ambos os lados do ligamento patelar com o joelho flexionado e pendente na mesa de exame. O paciente é solicitado a estender o joelho, provocando a dor ou a sensação de apreensão, que são sinais do pinçamento da gordura infra patelar.
O exame de ressonância magnética pode auxiliar na identificação da inflamação da gordura infrapatelar.

O tratamento é geralmente conservador como o que segue:

Repouso e evitar situações que agravem a dor
Interromper a corrida
Analgésicos e antinflamatórios sob prescrição médica
Crioterapia (compressas de gelo local)
Fisioterapia
Exercícios de fortalecimento muscular
Exercícios de alongamento
Utilização de bandagens (“taping”)
O tratamento cirúrgico se reserva aos casos sem melhora com o tratamento conservador e aborda a gordura infrapatelar através da artroscopia do joelho, mediante a remoção de parte do tecido que provoca os sintomas de pinçamento articular.

Cuide dos seus joelhos e bons treinos !
Fonte: http://www.cristianolaurino.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=280:a-sindrome-da-gordura-de-hoffa&catid=28:joelhos&Itemid=15

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Lombalgia, a famosa dor nas costas.Você sabe como se cuidar?




Conhecida popularmente como dor nas costas, a lombalgia é um conjunto de sintomas que agride a região lombar.
As lombalgias podem ser associadas ou não a dores ciáticas (lombociatalgia) – dores irradiadas para glúteo, coxa, perna e/ou pé.
Esta é uma das principais causas de incapacidade funcional e de morbidade, sendo somente menos frequente que a cefaleia.
Possivelmente todas as pessoas virão a sofrer com este transtorno um dia, podendo acometer tanto homens quanto mulheres de ambos os sexos.
Segundo a OMS cerca de 80% da população tem ou terá em algum momento da vida esse tipo de dor.
No Brasil, 50 milhões de brasileiros por ano apresentam tal queixa.
Para identificar a origem da dor o médico pode se valer de alguns exames como tomografia, o raio-x e a ressonância magnética.
Estes exames de imagem ajudam a determinar a posição da lesão e também o tamanho da mesma. Após determinada a causa do problema e a sua localização o tratamento adequado como a fisioterapia deve ser iniciado.
Causas
Dentre as possíveis causas de lombalgia podem-se citar o excesso de peso, movimentos bruscos, de origem inflamatórias, nervosas, reumáticas e quando não é possível definir a causa pode-se denominá-la dor lombar inespecífica. A flacidez muscular e a falta de condicionamento físico também podem gerar dores fortes e transitórias.
Sintomas
Os sintomas e sinais de lombalgia vão desde ligeiros desconfortos, dores na região lombar, queimações, Contratura e tensão muscular aumentada na região afetada,
crises com “travamentos” a até Incapacidade de ficar sentado ou em pé por muito tempo, sendo necessário buscar novas posições para ficar sentado, dormir ou caminhar.
Esta “dor nas costas” caracterizada como discreta no começo, com aumento progressivo de intensidade, acomete principalmente a área acima das nádegas, próxima à cintura.
Devido à dor, normalmente ocorre contratura muscular na região.
As crises podem durar alguns dias, sumir e então reaparecer.
Estas também podem ser do tipo constante que somente aumentam em intensidade em certos períodos.
Prevenção
Os prejuízos à postura e a ocorrência de lombalgia são completamente evitáveis; por isso, atente para as informações e recomendações a seguir, assim poderá praticar suas atividades de forma segura e não deixando de visar a sua saúde.
Simples medidas podem ajudar a evitar casos de lombalgia:
Caso a pessoa passe muito tempo de frente para o computador, por exemplo, o ideal é manter o monitor no nível dos olhos e os pés apoiados no chão.
Para levantar algum objeto do solo flexione os membros inferiores de forma a manter a coluna ereta no momento de elevação.
Ao carregar mochilas muito pesadas mantenha o tronco sempre reto e distribua o peso nos dois ombros. Quando for levantar da cama, primeiro se mova para o lado e depois coloque as duas pernas para fora.
Cuide bem da sua saúde e mantenha uma dieta equilibrada, já que a obesidade é um fator que contribui com lombalgias.
Sedentarismo é outro motivo desencadeante, portanto, coloque o seu corpo para funcionar e pratique atividades físicas, nem que seja uma simples caminhada.
Durante viagem longas evite ficar muito tempo sentado.
Evite também movimentos repetitivos e fazer força na região lombar.
Diante de qualquer sinal que seu corpo possa estar lhe enviando não hesite em procurar por ajuda.
Quando antes diagnosticada a doença mais efetivo será o tratamento.
Tratamento fisioterapêutico
A fisioterapia é indicada para o tratamento da lombalgia quando a “dor no fundo das costas” é persistente ou muito incômoda.
Neste caso, o indivíduo deverá realizar o tratamento fisioterapêutico diariamente até a completa remissão dos sintomas.
Nas sessões de fisioterapia alongamentos, fortalecimento muscular, manipulação da articulação sacro-ilíaca pelo menos 1 vez por semana, fazem parte do tratamento, além de alguns aparelhos que deverão ser utilizados para aliviar a dor e diminui a inflamação, mas isto não isenta a necessidade da toma de medicamentos anti-inflamatórios nos primeiros 7 dias.
Ensinar o indivíduo a ter boa postura durante todo o dia e toda a noite, também é uma parte muito importante no tratamento da lombalgia.
Uma ótima técnica para conseguir tal efeito é a reeducação postural global.
Durante o tratamento fisioterapêutico aconselha-se evitar os esforços e não realizar atividades físicas para evitar a dor nas costas e a sobrecarga nas articulações.
Dor nas costas é algo que incomoda muito e que deixa diversos movimentos restritos.
O tratamento pode ser simples e rápido, portanto, não deixe de procurar por ajuda.
Sua qualidade de vida pode ser bem melhor.
Fonte:http://www.novafisio.com.br/lombalgia-a-famosa-dor-nas-costas-voce-sabe-como-se-cuidar/?utm_campaign=shareaholic&utm_medium=facebook&utm_source=socialnetwork

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Saiba como prevenir, tratar e acelerar a recuperação de lesões musculares.



Comuns dentro do esporte, essas lesões passam por três fases no processo de cura e tem graus de intensidade. A terapia celular aparece como novidade de tratamento.
Fatores de risco que se sente? Tratamento retorno ao esporte.
Prevenção terapia celular.
Os músculos são os únicos geradores de força capazes de produzir movimento articular. Realizam contração convertendo energia química em trabalho mecânico. São 434 músculos, representando 40% do peso corporal; dentre estes, 75 pares de músculos estriados são envolvidos na postura geral e movimentação do corpo.
As lesões musculares são comuns nos esportes, com sua frequência variando 10 a 55% de todas as lesões. Mais de 90% delas são relacionadas com contusões ou distinções musculares. A contusão muscular ocorre quando um músculo é submetido a uma força súbita  de compressão como um golpe direto, por exemplo. Já nos estiramentos, o músculo é submetido a uma tração excessiva levando à sobrecarga das miofibras e, consequentemente, a sua ruptura.
O que distingue a cura da lesão muscular de um osso fraturado é que o músculo esquelético cicatriza através de um processo chamado “reparação”. Nele, há formação de tecido fibroso de entre as duas partes de músculo lesionado, enquanto uma fratura cicatriza por “regeneração”. Ou seja, o osso fraturado é curado através da produção de calo ósseo que, posteriormente, se remodela em tecido ósseo.
Todas as lesões musculares passam por 3 fases no processo de cura:
1) Fase de Destruição: Caracterizado pela ruptura e consequente formação de um hematoma entre os cotos do músculo rompido e uma reação inflamatória.
2) Fase de Reparação: Compõe a produção de uma cicatriz de tecido conectivo, assim como a revascularização por crescimento de capilares na área lesada.
3) Fase de Remodelação: um período de retração e reorganização do tecido cicatricial e recuperação da funcional capacidade do músculo.
Grau I – é o estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (lesão < 5% do músculo). A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra-resistência e pode ser ausente no repouso. O edema pode estar presente, mas, geralmente, não é notado no exame físico. Ocorrem danos estruturais mínimos, a hemorragia é pequena, a 
resolução é rápida e a limitação funcional é leve. Apresenta bom prognóstico e a restauração das fibras é relativamente rápida.
Grau II – O número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores (lesão > 5% e < 50% do músculo). São encontrados os mesmos achados da lesão de primeiro grau, porém, com maior intensidade. Acompanha-se de: dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais exuberante e diminuição maior da função. A resolução é mais lenta.
Grau III – Esta lesão geralmente ocorre desencadeando uma ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (lesão > 50% do músculo), resultando em uma importante perda da função com a presença de um defeito palpável. A dor pode variar de moderada a muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O edema e a hemorragia são grandes. 
Dependendo da localização do músculo lesionado em relação à pele adjacente, o edema, a equimose e o hematoma podem ser visíveis, localizando-se geralmente em uma posição distal (voltada para o extremo dos membros) à lesão devido à força da gravidade que desloca o volume de sangue produzido em decorrência da lesão. O defeito muscular pode ser palpável e visível.
Fatores de risco 
Tais fatores são: as deficiências de flexibilidade, os desequilíbrios de força entre músculos de ações opostas (agonistas e antagonistas), as lesões musculares pregressas (reabilitação incompleta), os distúrbios nutricionais, os distúrbios hormonais, as alterações anatômicas e biomecânicas, as infecções e os fatores relacionados ao treinamento (o aquecimento inadequado, a falta de coordenação de movimentos, técnica incorreta, sobrecarga e fadiga muscular).
O que se sente?
A história clínica é marcada por dor súbita localizada, de intensidade variável, algumas vezes acompanhada de um estalar audível ou de uma sensação de pedrada. Ocorre geralmente durante a explosão muscular na corrida, salto ou arremesso e culmina com a interrupção do mesmo. A intensidade dos sinais e sintomas pode variar de acordo com a sua gravidade.
Ao examinar o paciente lesionado, o medico busca edema localizado, tensão aumentada do tecido ao redor e possibilidade de um defeito (área de depressão local ou “gap”) visível ou palpável. A presença de hematoma tem o significado de uma lesão de maior extensão e gravidade. A contração revela dor local e impotência funcional, caracterizada pela incapacidade de se mover a articulação.
Os estiramentos musculares geralmente não são precedidos por dor localizada ou tensão muscular aumentada no mesmo local; portanto, prever o surgimento de tais lesões não é uma tarefa simples. 
Tratamento 
Os princípios do tratamento das lesões musculares na fase aguda seguem o método PRICE (proteção, repouso, gelo, compressão local e elevação do membro acometido). O repouso do membro afetado mediante a utilização de órteses (tipoias, muletas, estabilizadores articulares) está indicado nos estiramentos de grande magnitude (lesões graus 2 e 3). Durante o processo de reabilitação, há a necessidade de modificar as atividades de risco. 
Durante as fases iniciais deve-se permitir a mobilização do membro acometido dentro dos parâmetros de segurança, para que não haja ampliação da área de lesão. O ultrassom pulsado auxilia na reparação, gerando um aumento do metabolismo local, redução da inflamação e do espasmo muscular, enquanto o ultrassom contínuo estimula a circulação sanguínea.
O laser pode ser aplicado na fase de cicatrização, pois estimula o processo nos tecidos moles e atua na modulação da dor. O ondas curtas pulsado está indicado na fase de cicatrização tecidual, auxiliando na reabsorção de hematomas, redução do processo inflamatório e do espasmo e na reparação tecidual.
A flexibilidade pode ser iniciada de dois a sete dias após a lesão, realizada de forma suave a moderada de acordo com a resistência da dor. O fortalecimento muscular deve começar tão logo o paciente apresente melhora da dor com leve resistência. Os exercícios devem ser iniciados com baixa intensidade, aumentando-se a intensidade conforme a tolerância do indivíduo.
Retorno ao Esporte
O foco principal da equipe reabilitadora é a da prevenção da recorrência da lesão, pois, muitas vezes, o indivíduo encontra-se completamente livre da dor e aparentemente está apto ao esporte e, em um movimento “banal”, ocorre a relesão. Portanto, quanto maior for o grau dela, maior será o tempo de sua volta.
Os exercícios excêntricos são fundamentais na recuperação da lesão e no retorno gradual aos movimentos específicos do esporte, devido a algumas vantagens biomecânicas, tais como o significativo ganho de força através de um menor recrutamento das unidades motoras quando comparados aos exercícios concêntricos.
Os critérios para o retorno ao esporte são: a flexibilidade semelhante ao membro contralateral, amplitude de movimento normal, ausência de dor e critérios de força muscular semelhantes aos valores prévios à lesão ou ao membro contralateral (acima de 80%). O tratamento cirúrgico é raramente indicado e prioriza as lesões completas, de grande impotência funcional e dissociação importante entre os dois bordos da lesão.
Prevenção 
A prevenção da lesão envolve, principalmente o aquecimento muscular, pois:
- melhora a velocidade e força de contração muscular.
- diminui a viscosidade.
- aumenta a temperatura no músculo.
- aumenta a velocidade de transmissão nervosa.
O alongamento é controverso, pois, segundo alguns autores, causaria:
- Diminuição de força e velocidade de contração
- Diminuição da sensibilidade do fuso
Outros fatores consagrados incluem:
- Hidratação adequada
- Fortalecimento muscular
- Reequilibrio isocinético muscular 
Novos conceitos: A Terapia Celular
Novas técnicas e conceitos têm sido estudados nos tratamentos das lesões musculares, como: os fatores de crescimento derivados de plaquetas, a cultura de células-tronco autólogas, as drogas inibidoras da fibrose, a bioengenharia e a estimulação neuromuscular. Os primeiros, conhecidos como PRP tem sido amplamente utilizados no departamento medico em clubes de futebol profissional. 
Apesar de existirem poucos estudos, acredita-se que a infusão do PRP recrutaria um maior numero de células-tronco satélites. Isso alteraria a biologia da cicatrização muscular, aumentando o poder da regeneração muscular. O que se observa na infusão do concentrado de plaquetas em lesões musculares é o alivio mais rápido e prolongado da dor e redução do tempo de retorno ao esporte.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

O que é a distensão da virilha?

Distensão é um estiramento ou ruptura de um músculo ou um tendão. Os músculos da virilha ajudam a fechar as pernas. Existem dois músculos que normalmente se lesionam quando ocorre uma distensão da virilha, o Adutor Magnus (corre para baixo pela parte interna da coxa) e o Sartório (começa na parte externa do quadril, cruza a coxa e conecta-se perto da parte interna do joelho).


Como ocorre ?
Ocorre, com maior freqüência, durante corridas, saltos, arrancadas, viradas bruscas ou com a “abertura” excessiva da perna.
Quais os sintomas ?
Dor ao longo da parte interna da coxa ou na região da virilha ao juntar as pernas e, às vezes, ao elevar o joelho.
Como é diagnosticada ?
O médico pesquisará os sintomas e examinará a coxa e o quadril.
Como é tratada ?
O tratamento pode incluir:
• Aplicação de compressas de gelo na coxa por 20 ou 30 minutos, sendo que a cada 8 minutos de gelo deve-se fazer uma pausa de 3 minutos. Pode ser feita a cada 3 ou 4 horas, por 2 ou 3 dias ou até que a dor desapareça.
• Uso de anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares.
• Fisioterapia.
Enquanto a lesão não estiver totalmente recuperada, o esporte, antes praticado, deverá mudar para um que não piore a condição. Por exemplo: Nadar ao invés de correr.
Quando retornar ao esporte ou atividade ?
O objetivo da reabilitação é que o retorno ao esporte ou à atividade aconteça o mais rápido e seguramente possível. Se o retorno for precoce, existe a possibilidade de piora da lesão, que pode levar a um dano permanente.
Como cada indivíduo é diferente do outro, a velocidade de recuperação também é. Por isso, o retorno ao esporte será determinado pela recuperação dos músculos da virilha, não existindo um protocolo ou um tempo exato para isto acontecer.
Geralmente, quanto mais rápido o médico for consultado após a lesão, mais rápida será a recuperação.
Para retornar, seguramente, ao esporte ou à atividade é necessário:
• Possuir total alcance de movimento da perna lesionada, em comparação a não lesionada,
• Possuir total força da perna lesionada, em comparação a não lesionada,
• Poder correr em linha reta, sem sentir dor ou mancar,
• Poder correr a toda velocidade, em linha reta, sem sentir dor ou mancar,
• Poder fazer viradas bruscas, a 45º, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade,
• Poder fazer o “8” com 18 metros, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade,
• Poder fazer viradas bruscas, a 90º, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade,
• Poder fazer o “8” com 9 metros, inicialmente, a meia velocidade e, posteriormente, a total velocidade,
• Poder pular com ambas as pernas e, depois, com a perna lesionada, sem sentir dor.
Como evitá-la ?
A melhor maneira de evitá-la é com aquecimento e alongamento da região da virilha antes e depois de realizar as atividades. Isso é especialmente importante em atividades como corrida em velocidade e salto.
Exercícios de reabilitação da contusão ou distensão da virilha:
*** Atenção, cuidado ! Sempre faça os seus exercícios acompanhado por um profissional
Os exercícios a seguir são apenas um guia de tratamento básico, por isso o paciente deve fazer a reabilitação acompanhado de um fisioterapeuta, para que o programa seja personalizado.
A fisioterapia conta com muitas técnicas e aparelhos para atingir objetivos como analgesia, fortalecimento muscular, manutenção ou ganho da amplitude de movimento de uma articulação, etc, e por isso, o tratamento não deve ser feito em casa e sem a supervisão de um profissional.
Os exercícios devem ter início após, aproximadamente, 2 semanas do começo da lesão, pois é nesse período que inicia a cicatrização.
1 - Adução e alongamento do quadril:
Deitar sobre as costas, com os joelhos dobrados e os pés bem apoiados no solo.
Suavemente, afastar os joelhos um do outro, tencionando os músculos da parte interna das coxas.
Manter por 20 segundos e repetir 3 vezes.


2 - Alongamento na parede da musculatura isquitiobial:
Deitar de costas no chão, com as nádegas próximas ao batente de uma porta aberta, de forma que a perna sã fique totalmente estendida através dela.
A perna lesionada deve estar levantada e encostada contra a parede, de modo que o calcanhar descanse contra o batente.
Um alongamento muito forte será sentido, na parte posterior da sua coxa.
Manter por 60 segundos e repetir 3 vezes.


3 - Levantamento de perna deitado de lado:
A:
Deitar sobre o lado lesionado, com a perna de cima dobrada e o pé posicionado sobre o solo à frente da perna lesionada, que permanece estendida.
Elevar a perna lesionada, o mais que puder, mantendo os quadris firmes.
Manter 5 segundos e, lentamente, abaixar a perna.
Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.
B:
Deitar sobre o lado não lesionado, contrair os músculos da frente da coxa da sua perna lesionada e levantá-la, uns dez centímetros acima da outra perna.
Manter a perna estendida.
Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.
Quando o levantamento de perna deitado de lado se tornar fácil, é hora de começar a fortalecer os músculos das suas coxas e virilha, fazendo o exercícios 4, com a faixa terapêutica (Thera-Band).


4 - Fortalecimento do quadril com resistência:
A: Flexão do quadril:
Amarrar o Thera Band (faixa terapêutica) no pé de uma cama.
Em pé, de costas para a cama, prender a faixa no tornozelo.
Levar a perna para frente, mantendo o joelho estendido e contraindo os músculos da parte da frente da coxa.
Sem inclinar o tronco para frente.
Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.
B - Extensão do quadril:
Ainda em pé, virar de frente para a cama e manter a faixa terapêutica (thera band) amarrada no seu tornozelo.
Levar a perna para trás, mantendo o joelho estendido, sem inclinar o tronco para frente.
Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.


C - Abdução do quadril:
Em pé, de lado para cama, com o lado não lesionado mais próximo dela.
Manter a faixa em volta do tornozelo da perna lesionada.
Com a perna lesionada estendida, levá-la para longe da perna boa. Retornar à posição inicial.
Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

D - Adução do quadril:
Agora, com o lado não lesionado mais afastado da cama e a faixa envolta do tornozelo da perna lesionada.
Manter a perna lesionada com o joelho estendido e levá-la através do seu corpo, afastando-a da cama. Retornar a posição inicial.
Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.



sexta-feira, 10 de abril de 2015

Psoas: O músculo da "ALMA".

A importância do psoas para a nossa saúde, vitalidade e bem-estar emocional.

O psoas é o músculo mais profundo e estabilizador no corpo humano , afetando o equilíbrio estrutural, a amplitude dos movimento, a mobilidade articular e o funcionamento dos órgãos do abdômen.

É o único músculo que liga a coluna vertebral às pernas, é responsável por nos manter em pé e o que permite levantar as pernas para andar. O psoas saudável estabiliza a coluna vertebral e proporciona apoio através do tronco, além de formar um bom suporte para os órgãos abdominais.

Estudos recentes também consideram o psoas,  um órgão de percepção composto de tecido bio-inteligente que incorpora literalmente, nosso desejo mais profundo de sobreviver e florescer. Ou seja, ele é  o mensageiro primário do sistema nervoso central, por isso também é considerado um porta-voz das emoções (“borboletas na barriga”). Isto acontece, porque o psoas está ligado com o diafragma através do tecido conjuntivo ou fáscia, influenciando tanto a respiração, quanto o medo reflexo.

Um estilo de vida acelerado e o estresse geram uma descarga de adrenalina que cronicamente tensiona o psoas, preparando-nos para correr, entrar em ação ou contrair-se, como forma de nos proteger.   Se mantivermos o psoas constantemente em tensão devido ao estresse, eventualmente, começarão a encurtar e endurecer. Assim dificultará a nossa postura e as funções dos órgãos que se localizam no abdômen, resultando em dor nas costas, dor ciática, problemas de disco, degeneração do quadril, períodos de menstruações dolorosas ou problemas digestivos.

Além disso, um psoas tenso envia sinais de voltagem para o sistema nervoso, interfere nos movimentos dos fluidos e afeta a respiração do diafragma. Na verdade, o psoas está tão intimamente envolvido nas reações físicas e emocionais básicas que quando está cronicamente estressado, envia constantemente sinais de alerta ao corpo, por isso pode afetar o esgotamento das glândulas supra-renais e do sistema imunológico . Esta situação é agravada pela maneira de sentar-se ou posições dos nossos hábitos diários, reduzindo nossos movimentos naturais e contraindo ainda mais os músculo.

Um psoas liberado permite alongar muito mais a parte posterior dos músculos e permite que as pernas e pélvis movam-se com  mais facilidade e independência. Melhora  a posição da coluna vertebral e de todo o tronco, com a consequente repercussão na melhoria das funções dos órgãos abdominais, da respiração e do coração.


Quando cultivamos a saúde dos nossos psoas, reacendemos nossas energias vitais que se conectam novamente com o nosso potencial criativo.

Em algumas filosofias orientais o psoas é conhecido como o “músculo da alma”, o principal centro de energia do corpo. Quanto mais flexível e forte é o psoas, mais será o nosso fluxo de energia vital através dos ossos, músculos e articulações.



O psoas seria como um órgão de canalização da energia, um núcleo que nos conecta com a terra , nos permite criar um suporte forte e equilibrada desde o centro da nossa pélvis. Assim, a coluna vertebral se alonga e, através dela, pode fluir toda nossa vitalidade.

“O psoas junto com o diafragma, são ou deveriam ser, mantenedores de uma lordose fisiológica, ou seja, quando a coluna lombar retifica e ou inverte sua curvatura, pode significar uma perda de ação ou mudança do ponto fixo do psoas e do diafragma, as consequências pode ser, dores lombares, hérnias de disco, entre outras patologias, consultar um fisioterapeuta ou terapeuta corporal especializados em GDS, Osteopatia, pode ajudar a minimizar os efeitos dessa desestrutura.”

Amrit Jaganu Pena

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Fazer alongamento antes da musculação?

Nunca faça alongamento antes dos exercícios de musculação na academia.
Artigo publicado em 01 de abril de 2013.

Fazer alongamento antes de um treino de musculação é algo muito comum de se ver nas academias de ginástica Brasil afora. Acredita-se, com estímulo dos instrutores, que o alongamento evita lesões e prepara os músculos para a carga que será recebida durante o treino.

Fisiculturistas experientes, no entanto, sempre disseram que alongamento antes do treino só serve para diminuir a força. Com base em seus próprios treinos, esses profissionais afirmavam que bastava um leve aquecimento para o preparo dos músculos. Para os praticantes amadores, fica sempre a dúvida: alongar antes ou depois ou nunca?.

Um grupo de pesquisadores da Escola Paulista de Medicina publicou ano passado uma pesquisa para tirar a prova. Afinal, devemos fazer alongamento antes do treino de musculação da forma como é ensinada nas academias?

A resposta é um sonoro não.

O que é alongamento?

O alongamento de que estamos falando é o alongamento passivo, aquele de ficar puxando uma parte do corpo, “esticando” o músculo por alguns segundos.

A pesquisa mostrou que esse alongamento passivo reduz a força daquele músculo para a sessão de musculação que virá em seguida. Em outras palavras, se você faz o alongamento, conseguirá colocar menos peso nos exercícios.

O grupo de pesquisadores brasileiros analisou indivíduos na casa dos 20 anos, testando a força máxima em exercícios clássicos da musculação, como supino, rosca direta, leg press e puxada aberta.

Em qualquer grupo muscular observado, não importa se a pessoa tinha experiência ou não com a musculação, a perda de força foi observada. A conclusão da pesquisa é que “parece inapropriado encorajar o alongamento estático antes de eventos atléticos ou atividades físicas que requeiram altos níveis de força muscular”.

Como aquecer o corpo sem fazer alongamento

Alongar antes da corrida, ok. Alongamento antes da musculação, não.

Se não devemos fazer o alongamento estático, como devemos preparar o corpo antes de um treino de musculação?

Há duas formas.

A primeira é o chamado “alongamento dinâmico“, assim mesmo entre aspas, visto que não é exatamente um alongamento. Você já deve ter visto jogadores de futebol se aquecendo antes de uma partida. Eles dão chutes repetidos no ar, giram o tronco para lá e para cá, rodam os braços para frente e para trás. Esse tipo de aquecimento faz o sangue fluir e aquece os músculos antes do treino, prevenindo as lesões.

A segunda forma é simplesmente começar direto o treino, porém fazendo as chamadas pré-séries com menos da metade da carga. Por exemplo, se o seu treino começa com uma série de três vezes no supino e você coloca 20 quilos neste exercício, faça antes duas ou três pré-séries com menos da metade dessa carga. Você pode fazer a primeira com apenas 5 quilos e a segunda com 10, por exemplo.

As pré-séries devem ser feitas apenas no primeiro exercício de cada grupo muscular. Se do supino você vai para o crucifixo, por exemplo, não é necessário aquecer os músculos do peitoral, que já terão trabalhado anteriormente. Porém, se depois do crucifixo você vai começar a trabalhar bíceps, as pré-séries são novamente necessárias.

E quando fazer alongamento?

O alongamento estático tem seu lugar. Ele é importantíssimo para manter a flexibilidade do corpo, sobretudo em épocas como a atual, em que passamos boa parte do dia sentados, encurtando os músculos isquiotibiais (a parte de trás da coxa).

Um bom momento para fazer alongamento é logo ao acordar, se você não for fazer exercício de força pela manhã. Outra opção é fazer o alongamento estático antes de exercícios que não sejam de força, como os exercícios aeróbicos, por exemplo (natação, ciclismo, caminhada e corrida etc.).

Outra opção é fazer aulas específicas de alongamento ou, melhor ainda, de yoga. Veja no vídeo abaixo, da Revista Boa Forma, como fazer alongamento com uma das posições da yoga:

Se você quiser parecer estranho ou enganar seu instrutor na academia, pode fazer o alongamento estático antes da musculação, porém atingindo grupos musculares diferentes do treino. Por exemplo, se você vai treinar pernas, alongue a parte superior do corpo. Se vai treinar a parte superior, alongue as pernas. Nesse caso a perda de força não fará falta no treino.

E se o instrutor insistir com você que o alongamento é necessário? Bem, nesse caso mande ele ler a íntegra da pesquisa.


Vídeo de exemplo de aquecimento:

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Suplementos alimentares e seus efeitos


Os suplementos alimentares caracterizam-se pelo consumo de nutrientes com grau de eficiência extremamente variável, proporcionando adaptações fisiológicas e melhora do desempenho físico. Com isso, alguns suplementos alimentares podem ser recursos ergogênicos que, em sua maioria, são utilizados para a melhoria do desempenho nas atividades
O consumo de suplementos alimentares vem crescendo de maneira rápida com a finalidade tanto de aumento do rendimento esportivo quanto para melhoria da condição de saúde e estética e vem se tornando cada vez mais comum entre atletas e os demais praticantes de atividades físicas.
No decorrer da história da humanidade, o homem tem buscado recursos que propiciem o aperfeiçoamento de seu desempenho. Atualmente, a suplementação alimentar surge como recurso para atingir esse objetivo, sem os indesejáveis efeitos colaterais das drogas e até mesmo como contribuinte para uma melhor saúde.
Os suplementos alimentares devem ser usados como uma maneira prática, simples e eficiente de suprir o organismo com todos os macronutrientes (carboidratos, lipídeos e proteínas) e micronutrientes (vitaminas e minerais) necessários para um bom funcionamento fisiológico. O mesmo vem sendo extensamente utilizado com o objetivo de corrigir possíveis falhas que existam na alimentação.
Então, a seguir serão mencionados os principais suplementos alimentares e seus possíveis efeitos fisiológicos e no rendimento esportivo.
Aminoácidos de cadeias ramificadas (BCAAs):
Os aminoácidos de cadeia ramificada compreendem três aminoácidos essenciais (leucina, isoleucina e valina), encontrados, principalmente, em fontes proteicas de origem animal. São conhecidos como BCAAs, sigla derivada de sua designação em inglês: Branched Chain AminoAcids.
Alguns efeitos da suplementação com BCAAs têm sido sugeridos, tais como: auxiliam na hipertrofia muscular, ação anticatabólica, poupam glicogênio, retardam a fadiga central e melhoram o sistema imunológico.
Creatina:
Dentre os recursos ergogênicos, os quais existem estudos sobre um possível aumento no rendimento físico está à creatina, que tem se tornado um dos mais populares ultimamente. Os efeitos da suplementação dessa substância baseiam-se na teoria de que a suplementação aumentaria a força e a velocidade nas atividades físicas, nas quais a fonte de energia predominante é proveniente do Sistema Energético Alático ou ATP-CP.
A creatina é uma substância osmoticamente ativa. Com isso, o aumento da concentração intracelular de creatina pode induzir o fluxo de água para o interior das células, explicando em parte o aumento da massa corporal magra observado após o período de carga da suplementação de creatina. Logo estudos estão sugerindo que o aumento da massa corporal se deve principalmente à retenção hídrica.

Muitos estudos indicam que a dose de carga da suplementação de creatina leva ao aumento da massa corporal total e da massa corporal magra. Grande parte das pesquisas realizadas com a suplementação de creatina que procuraram observar seus efeitos ergogênicos sobre a força e a potência mostrou resultados positivos. No entanto, alguns estudos falharam em demonstrar esse efeito.
Logo, há contradições nos estudos sobre os efeitos da creatina nos exercícios físicos, principalmente os de força, necessitando assim de mais estudos que melhor elucidam seus efeitos nos treinos de hipertrofia.
L-Carnitina:
Alguns dos efeitos da suplementação de L-carnitina sobre o desempenho de indivíduos saudáveis já foram propostos, como: aumento da oxidação de ácidos graxos; decréscimo nas taxas de depleção dos estoques de glicogênio; alteração na predominância do substrato energético utilizado pelo músculo, isto é, maior utilização de ácidos graxos, em vez do glicogênio; menor produção de ácido lático, uma vez que esta enzima converte o piruvato a acetil-Coenzima A, desviando-o da formação do ácido lático; retardo da fadiga muscular; reposição da carnitina utilizada durante o exercício; e efeito protetor contra a dor e os danos causados pelo exercício excêntrico, provavelmente devido à vasodilatação tipicamente acompanhada da suplementação de L-carnitina.
L-Glutamina:
Existem algumas propostas em relação aos efeitos da suplementação de glutamina: possui ação anticatabólica; representa uma fonte de energia em situações de aumento da demanda energética; auxilia na remoção dos metabólitos da atividade física; e fortalece o sistema imunológico.
Beta-Hidroxi-Beta-Metilbutirato (HMB):
O metabolismo do HMB e sua ação não estão completamente esclarecidos, porém existem alguns indícios do aumento da força; diminuição do percentual de gordura; aumento da massa muscular; diminuição do catabolismo proteico (proteólise).
Cafeína:
A cafeína é uma das substâncias mais antigas e utilizadas do mundo com o objetivo de aumentar a potência física e mental. Ela pode ser classificada como um ergogênico farmacológico, mas também pode ser considerada um ergogênico nutricional por ser normalmente encontrada em alguns alimentos. É considerada um nutriente não essencial, cujos efeitos no nosso organismo incluem a estimulação do Sistema Nervoso Central, diurese, lipólise e secreção de ácido gástrico.
A cafeína, teoricamente, pode melhorar o desempenho por meio de múltiplos mecanismos, como: redução da utilização do glicogênio muscular durante a atividade física, provavelmente por elevar as taxas de ácidos graxos livres no sangue; estimular o Sistema Nervoso Central, aumentando o estado de alerta. Ela também facilita a liberação de cálcio do retículo sarcoplasmático no músculo esquelético, estimulando a contração muscular. Esse efeito está relacionado ao aumento da força muscular, o que melhoraria o desempenho de atividades de alta intensidade e curta duração. Contudo, diferentes estudos demonstraram que a cafeína parece não aumentar a força muscular.

A cafeína é relativamente segura, porém as tolerâncias individuais variam e, com isso, podem existir efeitos colaterais. O consumo excessivo de cafeína pode provocar rubor facial, ansiedade, nervosismo, tremor das mãos, insônia e até mesmo disritmias cardíacas e perda de memória.
Além disso, ela pode levar ao aumento da produção de calor em repouso, aumentando a temperatura corporal, ocasionando uma redução no desempenho de exercícios realizados sob altas temperaturas. Alguns atletas também relatam sentir náuseas e dores de estômago com o consumo excessivo de cafeína.
Por aumentar a diurese, a cafeína teoricamente pode promover desidratação. Pessoas com problemas de saúde tais como os hipertensos, devem ter cautela antes de iniciar a utilização de cafeína.
Carboidratos:
Ultimamente, os alimentos ou produtos à base de carboidratos estão sendo muito utilizados por atletas ou praticantes de atividade física, em especial os na forma líquida. Estes produtos são necessários para o fornecimento de energia durante a prática de exercício físico, pois servem como combustível energético, ajudando na preservação de proteínas, além de funcionar como “ativador” para o catabolismo lipídico e podendo ser ingeridos antes, durante e depois da prática de atividade física, para garantir energia, retardar a fadiga periférica e repor o estoque de glicogênio respectivamente.
Proteína do soro do leite (Whey Protein):
Nas últimas décadas, numerosas pesquisas vêm demonstrando as qualidades nutricionais das proteínas solúveis do soro do leite, também conhecidas como whey protein. As proteínas do soro são extraídas da porção aquosa do leite, gerada durante o processo de fabricação do queijo.

Algumas de suas principais funções são: anabolismo muscular, através da redução do catabolismo proteico, favorecendo assim o ganho de força muscular e reduzindo a perda de massa muscular durante a perda de peso; redução da gordura corporal; e melhora do desempenho muscular.
Albumina:
A albumina é um suplemento com elevada concentração de proteínas, obtida a partir da clara do ovo desidratada e pasteurizada, sendo facilmente digeridos e absorvidos, seus efeitos mais conhecidos são: melhorar a síntese proteica e reduzir o catabolismo muscular.
Observação: O uso destas substâncias deve ser orientado e prescrito por nutricionistas, de preferência nutricionistas esportivos.

Referência OLIVEIRA, R. A. Efeitos da combinação de diferentes suplementos alimentares na hipertrofia muscular em praticantes de treinamento de força. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício. Vol.7, Núm.40, 2013.